Geraldo Ferreira

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Geraldo Ferreira, known to all as Gerry, died in his sleep on Nov. 10, 2015, in his apartment overlooking a slice of Oak Bluffs Harbor, where he had become a fixture over the past 12 years.

The son of Ondina and Jose Ferreira, Gerry came to this country from Ipatinga, Brazil, looking for opportunity, eventually making his way to the Island. He spoke often and lovingly of his family, lamenting the distance between them. He spoke of his father most often, who, at 88, was in poor health. He planned to visit him this year, a plan cut short. Neither he nor his father lived with the knowledge that the other had died; Gerry and Jose died on the same day, Nov. 10, 2015, within hours of each other, a continent apart.

Gerry meant a lot to a lot of people. Through his endearing generosity, his ebullient nature, and his zest for life, he made many steadfast friends here on the Island and abroad. From students in Serbia to sushi chefs from Beijing, he touched all those he came in contact with, and brought them under his wing. Many first-time visitors identify him as their lasting connection to the Island. He seemed to feed half of the downtown at lunchtime, always traditional Brazilian fare. He propped up those in need, tutored Americans in Portuguese, fixed local kid’s bicycles, poured himself out, always available to lend an extra hand, consistently putting others before himself. He was, truly, one in a million.

On most summer nights you could find him dancing at the Ritz, or the Coop, or the Sandbar, to any song, though his favorite was Ritchie Valens’ “La Bamba.” Often he was the only one dancing, until others caught his boundless enthusiasm and joined in. While there, he was known to bus tables and sweep the floors to the music, much to the surprise of bartenders and waitresses. In the winter, whenever it snowed, he was the first person out in the morning shoveling his and his neighbor’s walkways.

Gerry had a tremendous work ethic, and took pride in running the Washashore Laundromat, as well as working at Coop de Ville and the Sandbar. He catered to everyone in the community; his cathartic presence brightened lunch hours as he held court in his living room discussing minute and serious doings in the downtown.

Gerry is survived by sisters Celina, Angela, and Sonia, and brothers Jose, Wilson, and Luis, as well as three children and multiple nieces and nephews, as well as his Island family of friends, who were so important to him. His brother Hugo predeceased him.

Gerry was an invaluable member of this community, his presence already deeply missed by those fortunate enough to have known him. Those who did know him knew a loving and generous man, not without internal conflict. He lived openly and honestly, and in his own way set an example of love, hard work, and generosity we can all aspire to.

A service in Gerry’s memory will be held at a future date.

Portuguese translation- Tradução em português

Geraldo Ferreira, conhecido como Gerry e Perereca, faleceu enquanto dormia no dia 10 de novembro de 2015, em seu apartamento em Oak Bluffs, onde ele era uma figura de destaque nos últimos 12 anos.
O filho de Ondina e José Ferreira, Gerry veio para este país de Ipatinga, Brazil, procurando oportunidade, e eventualmente se mudou para à ilha. Ele sempre falava sobre sua família e sempre de uma forma muito amorosa, lamentando a distância entre eles. Ele falou de seu pai na maioria das vezes, que, aos 88 anos, estava mal de saúde. Ele planejou visitá-lo este ano, um plano não concluído. Nem ele, nem seu pai, sobre um da morte do outro; Gerry e José morreram no mesmo dia, 10 de Novembro de 2015, num intervalo de horas, a um continente de distância.

Gerry significou muito para um monte de gente. Através de sua generosidade cativante, sua natureza exuberante, e seu entusiasmo pela vida, ele fez muitos amigos leais aqui na ilha e fora dela. De estudantes na Sérvia a chefs de sushi de Pequim, ele tocou todos aqueles com os quais entrou em contato, e trouxe-os sob sua asa. Muitos visitantes de primeira viagem identificam-no como a sua última conexão com a Ilha. Ele parecia alimentar metade do centro na hora do almoço, sempre comida tradicional brasileira. Ele apoiou aqueles em necessidade, tutelou americanos em Português, consertou bicicletas infantis, se dispunha, sempre disponível a emprestar uma mão extra, consistentemente colocando outros antes de si mesmo. Ele era, verdadeiramente, uma em um milhão.

Na maioria das noites de verão, você podia encontrá-lo dançando no Ritz, ou no Coop, ou no Sandbar, qualquer canção, mas sua favorita era “La Bamba”, de Ritchie Valens. Frequentemente ele era o único dançando, até que outros se contagiarem de seu entusiasmo sem limites e participarem. Enquanto estava lá, ele era famoso por limpar mesas e limpar chão de acordo com a música, quase sempre surpreendendo os bartenders e os garçons. No inverno, sempre que nevava, ele era a primeira pessoa na manhã abrindo com uma o seu caminho e o de seus vizinhos.

Gerry tinha uma ética de trabalho enorme, e tinha orgulho de tocar o Washashore Laundromat, bem como trabalhar na Coop de Ville e no Sandbar. Ele servia a todos na comunidade; sua presença catártica iluminava o horário do almoço assim como ele teve a corte em sua sala de estar discutindo ações séria e do momento no centro da cidade.

Gerry deixa as irmãs Celina, Angela, e Sonia, e irmãosJose, Wilson, and Luis, assim como três crianças e múltiplas sobrinhas e sobrinhos, bem como sua família de amigos da ilha, que eram tão importantes para ele. Seu irmão Hugo morreu antes dele.
Gerry era um membro valioso desta comunidade, sua presença já profundamente sentida por aqueles que tiveram a sorte de tê-lo conhecido. Aqueles que o conheciam sabiam um homem amável e generoso, não sem conflito interno. Ele vivia aberta e honestamente, e, à sua maneira, um exemplo de amor, trabalho duro, generosidade e tudo o que podemos desejar.

Um serviço em memória de Gerry acontecerá em breve.